Categoria: Artigos
Data: 24/08/2025

Li recentemente sobre um indiano chamado Raphael Samuel, defensor do Movimento Antinatalista, que demonstrou a intenção de processar os seus pais, alegando que nasceu sem o seu consentimento, ou seja, ele entendia que deveria ser indenizado porque não estava no seu projeto nascer e ninguém deveria nascer sem ter escolhido.


Quando li esta reportagem experimentei um misto de sentimentos. Tive vontade de rir de algo tão estapafúrdio, absurdo, surreal, mas também fiquei constrangido ao perceber o quanto a nossa geração tem se corrompido cada vez mais.


Preciso dizer que se aquele homem quisesse processar alguém, ele deveria ter levado Deus para o banco dos réus, afinal, nós não somos projeto dos nossos pais, antes, como diz o Salmo 139, nós somos projeto divino, ou seja, mesmo que os nossos pais não tenham planejado o nosso nascimento, ainda assim, fomos forjados por um Deus amoroso que decidiu nos dar vida.


Além disso, entendo que a vida não deve ser amaldiçoada, antes, ela deve ser celebrada, afinal, ela é uma dádiva maravilhosa. Mesmo reconhecendo que, por causa da queda, ou seja, por causa do pecado dos nossos primeiros pais, o sofrimento se faz presente e nos alcança com as suas garras, ainda assim, não podemos negar que a vida é uma benção maravilhosa que deve ser celebrada com o coração agradecido.


- Pr. Calvino Rocha


Autor: IGREJA PRESBITERIANA DE CAMPINA GRANDE   |   Visualizações: 5 pessoas
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